TRT-RN sustentável: Energia solar garantiu economia de 242 mil de janeiro a junho de 2022

Silhueta de homem ao lado de uma placa de energia solar

A utilização de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica já é realidade em mais da metade dos tribunais da Justiça do Trabalho do país, de acordo com o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). Tal sistema tem a capacidade de gerar energia elétrica renovável e limpa, além de reduzir o impacto ambiental com melhoria da eficiência do gasto público.

As usinas estão em funcionamento no Tribunal Superior do Trabalho (TST),  no CSJT,  e em 13 dos 24 TRTs, incluindo o Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN). Isso representa 54,1% do total dos tribunais trabalhistas.

Na região Nordeste, além do TRT-RN, contam com a estrutura os TRTs da 5ª Região (BA), da 6ª Região (PE), da 7ª Região (CE), da 13ª Região (PB) e o TRT da 22ª (PI). Na Região Norte, o destaque vai para o TRT da 8ª Região (PA/AP).

Na região Centro-Sul do Brasil, já possuem captação de energia solar os TRTs da 4ª Região (RS), da 9ª Região (PR) e da 15ª Região (Campinas/SP), além dos tribunais regionais do trabalho da 18ª Região (GO), 23ª Região (MT) e da 24ª Região (MS).

Segundo o CSJT, mais TRTs vão aderir ao sistema nos próximos meses, pois seis tribunais estão em fase de análise, projeto ou licitação para a instalação das placas. São eles: os TRTs da 2ª Região (SP), da 10ª Região (DF/TO), da 11ª Região (AM/RR), da 16ª Região (MA), da 17ª Região (ES) e o da 20ª Região (SE).

TRT-RN

A equipe da Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura (CEA) do TRT-RN ativou, ao longo do primeiro semestre de 2021, sete usinas fotovoltaicas na capital e interior do estado.  Os equipamentos são responsáveis pela geração de, aproximadamente, 460.000kWh (25% do consumo total).

A instalação corresponde à execução da primeira etapa do Projeto Institucional Estratégico de ‘Implantar Usinas Fotovoltaicas no TRT-RN’, quando foram instalados um total de 410 kWp nas cidades de Natal, Assú, Caicó, Ceará Mirim, Currais Novos e Macau.  De acordo com a CEA, o valor representa cerca de 32% da capacidade total que se pretende instalar em busca do objetivo do Projeto de gerar 80% da energia total consumida pelo tribunal, em 2019.

Como resultado, de janeiro a junho de 2022, o TRT-RN teve uma economia de mais de 242 mil reais em gastos com energia elétrica em comparação com o mesmo período de 2021. Há previsão para a instalação de mais uma usina ainda este ano. Contudo, o Setor de Responsabilidade Socioambiental e Acessibilidade do tribunal reforça a necessidade da manutenção de atitudes sustentáveis, mesmo  com a implantação das usinas. 

Sustentabilidade e Agenda 2030

A geração de energia limpa na Justiça do Trabalho está alinhada com a Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário, estabelecida pela Resolução CNJ 400/2021 do Conselho Nacional de Justiça, com o Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 (ODS 7 - Energia Limpa e Acessível), da Organização das Nações Unidas (ONU), e com a Agenda A3P do Ministério do Meio Ambiente

O TRT-RN aderiu à Agenda 2030, em 2019, possui Plano de Logística Sustentável (PLS) e recebeu do Ministério do Meio Ambiente o Selo A3P por conta da implementação da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) na 21ª Região.

 

Fonte
Comunicação Social do TRT-RN