Histórico Memorial

                  O Memorial da Justiça do Trabalho da 21ª Região, foi inaugurado em 26 de abril de 2000, na gestão da Desembargadora Maria do Perpétuo Socorro Wanderley de Castro em um contexto de mobilização contra a proposta de extinção da Justiça do Trabalho, que tramitava no Congresso Nacional.  Em razão dos poucos recursos orçamentários disponíveis, veio a ocupar modesto espaço no prédio sede do Complexo Judiciário Trabalhista Ministro Francisco Fausto. Reúne um pequeno acervo, resultado de buscas nas Varas do Trabalho da capital e do interior, material fotográfico, fitas de vídeo VHS, processos antigos, mobiliário, vestimentas e condecorações.          
                  O Desembargador Carlos Newton Pinto, já no início da sua administração, expressou o desejo de valorizar e ampliar as instalações do Memorial, dotando-o de uma estrutura condigna à importância da grandiosa obra desenvolvida pela Justiça do Trabalho, no Rio Grande do Norte, ao longo de seis décadas.
                 O atual projeto foi concretizado na gestão da Desembargadora Maria de Lourdes Alves Leite, com o patrocínio do Banco do Brasil, sendo então reinaugurado em 16 de maio de 2006. Em 2020, na gestão do Desembargador Bento Herculano Duarte Neto, teve suas instalações transferidas para o segundo andar do prédio administrativo, e logo voltará a receber visitas do público externo.                  
                 O objetivo principal da importante obra é o resgate da memória histórica e o estímulo à consciência social, para a conservação e a restauração do patrimônio trabalhista, bem como a promoção de atividades conjuntas com entidades sócio-culturais, visando implementar a pesquisa histórica.

                 O Memorial reúne um pequeno, porém rico acervo de documentos, texto mobiliário, fotografias, processos antigos, vestimentas, condecorações e objetos que pertenceram aos grandes nomes da Justiça do Trabalho em nosso Estado. Destacamos as peças doadas pelo Ministro Francisco Fausto, primeiro potiguar a ocupar a Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, pelo Desembargador José Rocha e pelos familiares do Juiz Alvamar Furtado de Mendonça, primeiro Juiz do Trabalho concursado do RN e do Juiz Francisco das Chagas Pereira e os belos textos de autoria do Professor Diógenes da Cunha Lima, tratando da história das relações de trabalho durante os períodos colonial, império e república.